Modelo Conceitual – Parte 2

Atributos

Num diagrama é possível encontrar dois tipos de atributos, os atributos de entidades e os atributos de relacionamento. Os atributos de entidade são os valores da Entidade sobre os quais se deseja manter registro. Todas entidades possuem no mínimo dois atributos sendo um deles o atributo identificador.

O uso do atributo identificador em cada entidade torna o trabalho mais simples quando obtermos a base de dados completa. Com a sua utilização sempre haverá um parâmetro de busca comum. Os demais atributos devem representar as informações sobre a entidade que se deseja registrar. Leia o resto deste post »

Porquê usar variáveis? [Parte 2]

O bom uso de variáveis está relacionado com uma correta declaração das mesmas. A maioria das linguagens de programação define o tipo de dados a ser recebido, fazer isso otimiza o desempenho do programa.

Basicamente existem quatro tipos de dados fundamentais são eles: inteiro, real, cadeia e lógico.

Declarar o tipo de variável funciona como uma restrição de entrada, ou seja, o programa só aceitará valores que estejam de acordo com o tipo declarado. Por exemplo, uma variável do tipo Real não aceitaria o valor 9, ao invés disso usaríamos 9.0 para este valor.

Vejamos as definições de cada tipo de variável: Leia o resto deste post »

Porquê usar variáveis? [Parte 1]

Um dos conceitos que mais confunde os estudantes que estão começando em lógica é o uso de variáveis.

É de fundamental importância que o programador entenda a usabilidade deste recurso , pois TODAS linguagens de programação trabalham com variáveis.

O que é uma variável?

No dicionário: adj m+f (lat variabile) 1 Sujeito a variação. 2 Que pode ser variado ou mudado; mudável. 3 Inconstante.

Na informática: Um valor incerto que se altera a cada execução do programa. Leia o resto deste post »

[Grupo de Estudos - Java] Criando instâncias de objetos

No último post do grupo de estudos vimos como usar os gerenciadores de Layout, sabendo como usá-los podemos seguir para o próximo passo. Instanciar objetos.

Se você está tendo ou já teve aulas de Programação Orientada a Objetos certamente já ouviu falar sobre as instâncias. Mas eu acredito que ao ver o uso prático as coisas vão ficando mais claras. Em primeiro lugar quero dizer que ao executar cada interface gráfica apresentada desde o começo do nosso estudo, você está criando uma instância da mesma. Mas um programador pode querer invocar outras janelas para executar ações paralelas, ou consultas adicionais, seja qual for o motivo, ao chamar uma outra interface gráfica nós estamos instanciando uma outra classe. Leia o resto deste post »

Vamos pensar?

Hoje faremos uma introdução a lógica sob uma abordagem incomum.

Vamos pensar! Leia as perguntas e anote as respostas numa folha de papel, ao terminar leia o comentário do post e compare as respostas.

1. Um frasco com dois litros de iogurte contém suco de fruta, leite e mel. A quantidade de leite é o dobro da Leia o resto deste post »

[Grupo de estudos - Java] Gerenciadores de Layout

Hoje vou falar sobre o uso de diferentes gerenciadores de layouts. O layout basicamente determina a forma como os componentes são exibidos na tela. Cada gerenciador de layout serve bem a um determinado propósito, sendo assim, é possivel que um gerenciador não organize os componentes da forma esperada, mas seja útil em outra aplicação. Seja qual for o gerenciador escolhido, o intuito é agilizar a organização da GUI.

O primeiro gerenciador que vou abordar é o FlowLayout; tenho usado este gerenciador em todos os códigos postados até o momento. Este gerenciador posiciona os componentes um ao lado do outro, na ordem em que o componente é adicionado, sendo assim o mais simples dos gerenciadores. Leia o resto deste post »

Criando um banco de dados em MySQL – Ubuntu 10.10

Estou trabalhando com o Ubuntu 10.10 desde seu lançamento. A melhor distribuição do Linux, na minha opnião, tem todos os recursos necessários a um analista. Hoje vou começar a trabalhar com um banco de dados simples. Trabalhando desde a instalação do MySQL até consultas em tabelas criadas.

O primeiro passo é instalar o servidor MySQL. Clique no menu Aplicativos, vá em Acessórios e abra um Terminal [ou ctrl+alt+T].

Digite:  sudo apt-get install mysql-server, este comando instala o mysql usando os privilégios de super-usuário, por isso a senha de root deve ser digitada se requisitada. Durante a instalação um prompt se abrirá pedindo uma nova senha para o usuário root do banco de dados. É importante anotar esta senha, o ideal é escolher uma palavra simples, que não se esqueça.

Ao término da instalação é preciso logar no MySQL antes de criarmos a nossa primeira base de dados. Leia o resto deste post »

[Grupo de estudos - Java] Diferença entre AWT e Swing

Conforme dito no post anterior, apresento aqui o mesmo código porém com a interface em Swing.

Existem algumas diferenças fundamentais que pude perceber ao usar as duas interfaces. Mas antes vou falar da principal diferença entre ambas. O pacote AWT monta a janela [interface] buscando recursos do sistema, tais como fonte padrão, estilo de botão padrão, etc. Por outro lado o Swing monta a janela usando recursos da Máquina Virtual, quer dizer que ele vai ter uma aparência semelhante em qualquer sistema operacional que o programa seja executado.

Então segue o código para estudo: Leia o resto deste post »

[Grupo de Estudos - Java] Segunda Janela com Interface

Hoje eu apresento uma segunda janela com interface gráfica, trazendo várias novidades.

A primeira é a introdução ao uso de botões. Graficamente é muito simples adicionar um botão [Button], assim como os campos de textos [TextField] e os rótulos [Label]. O esquema é sempre o mesmo, declara-se os componentes, configura-se os componentes e adiciona-se os componentes.

Outra novidade é o uso todo da janela em AWT, isto quer dizer que os componentes usados são todos do pacote AWT, quero frizar este ponto para comparar o próximo código, que será uma cópia deste, mas feito em JSwing. Leia o resto deste post »

Programação Orientada a Objetos – Introdução

A Programação Orientada ao Objeto (POO) pode ser considerada como uma extensão quase natural da Programação Modular (ou estruturada); a POO foi criada no inicio da década de 70. A sua origem vem da linguagem Simula, criada na Noruega no início da década de 60, e como o nome indica, foi criada para fazer simulações; entretanto, seu uso alavancou um conceito que até então passava “despercebido” pela maioria dos projetistas: a similaridade com o mundo real.

A Orientação a Objetos é uma metodologia de desenvolvimento e implementação de sistemas complexos baseada em objetos do mundo real.

Definições

O que é um objeto? Leia o resto deste post »

[Grupo de Estudos - Java] Primeira classe Java com interface gráfica

Olá pessoal, aqui está nossa primeira interface gráfica, tentei fazer a janela mais simples possível.

Sugiro que o código seja analisado, e que as duvidas sejam postadas para esclarecimento.

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[Grupo de Estudos - Java] Instalando o Java Development Kit [JDK]

Como algumas pessoas me disseram que nem mesmo conseguiram instalar o JDK e configurá-lo corretamente, vou começar indicando o vídeo que me ensinou a fazer isso.

http://www.t2ti.com/java_starter/minicursos/java_iniciante_jdk/java_iniciante_jdk.html

Esse vídeo é disponibilizado pelo site t2ti que traz uma boa estrutura para quem está começando.

aos 7 minutos e 38 segundo o instrutor mostra a seleção de três linhas de código direto da apostila, mas cola somente a primeira, para que seu JDK funcione essa linha deve ser colada por inteiro, ficando:

.;%JAVA_HOME%\lib;%JAVA_HOME%\lib\tools.jar;%JAVA_HOME%\lib\dt.jar; %JAVA_HOME%\lib\htmlconverter.jar;%JAVA_HOME%\jre\lib;%JAVA_HOME%\jre \lib\rt.jar

vocês podem baixar a apostila deles acessando

http://www.t2ti.com/curso/video/java/basico/java_starter.php , mas acho que o vídeo explica tudo perfeitamente.

Mas porquê instalar o JDK, se eu já tenho o Java instalado em minha máquina? Leia o resto deste post »

Modelo Conceitual – Parte 1

Como dito no último post de Modelagem, nós vamos conhecer a modelagem conceitual, que é um modelo abstrato, no qual se descreve a estrutura de um Banco de Dados [BD] independente do Sistema Gerenciador de Banco de Dados [SGBD]. Também conhecido como Diagrama Entidade-Relacionamento [DER], este modelo registra os dados que aparecem no BD e reflete a realidade de um negócio. O modelo conceitual é composto basicamente por quatro componentes:

Entidades, Relacionamentos, Atributos e Cardinalidades. Leia o resto deste post »

Arquitetura de Computadores

Como a imagem se forma na tela? Como o som se propaga pelas caixas de som? Como uma máquina inanimada pode gerar sensações de vida através da multimedia?

A Arquitetura de Computadores desvenda todos esses mistérios com um rélis código; o código binário.

0 e 1 são os únicos valores do código binário e cada um desses valores representa um bit diferente. Um bit 0 representa um circuito desligado e um bit 1 representa um circuito ligado.

O computador só entende a linguagem de máquina, assim todo comando é convertido em código binário. Quando apertamos a tecla [A] num editor de textos o processador recebe os bits 00000001 e exibe o caractere correspondente na tela.

Por ter esse papel fundamental na rotina do computador, é importante conhecer as conversões de valores binários para os correspodentes decimais, além de outras bases numéricas que veremos nesta matéria.

Pra terminar deixo a sequência binária em seus primeiros 16 valores; é como contar de 1 a 16, com a diferença que temos valores diferentes para montar a sequencia.

0 1000
1 1001
10 1010
11 1011
100 1100
101 1101
110 1110
111 1111

Lógica de Programação

“O ser humano é tão inteligente que se comunica errado e entende certo.” – Edson de Oliveira

A máquina não!

Se o analista não informa à máquina quais procedimentos ela deve tomar o programa não roda. Por isso o planejamento das funções é fundamental.

Quando fazemos um fluxograma da aplicação a ser desenvolvida temos uma visão de erros e acertos antecipada e com isso poupamos tempo e dinheiro.

Para cada problemas que encontramos devemos buscar uma solução eficiente e enquanto prestarmos atenção nos pequenos detalhes teremos os melhores resultados.

Assim,  temos como principal foco da lógica de programação o “pensar”; uma análise do fluxo das informações e das respostas que representarão o raciocínio da máquina.


O texto acima realça o condicionamento. Se, enquanto, para são algumas das palavras chaves que definem o sucesso do programador, saber usar corretamente estruturas condicionais e laços de repetição faz toda diferença para um analista.

É importante realçar que lógica não se aprende, se desenvolve. Quer dizer, é um meio de padronizar pensamentos, formas de pensar, percebem como isto é complicado? Então a melhor forma de desenvolver sua lógica é resolvendo exercicios exaustivamente, até ser algo natural pensar nos caminhos para as respostas.

Também apresento neste post a bibliografia recomendada sobre o assunto:

Manzano, José Augusto N.G./ Oliveira, Jayr Figueiredo de - Algoritmos – Lógica para Desenvolvimento de Programação de Computadores – Editora Érica